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 Noticias da Linha do Corgo

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Cabecinha

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MensagemAssunto: Comboio na linha do corgo   Seg Jun 08, 2009 2:13 pm

A semana passada estiveram na Régua representantes da refer (empresa responsável pela gestão ferrovoviária e manutenção da mesma), que afimaram que ainda não havia luz verde do governo para avançar com as obras na linha do Corgo. Parece que a senhora secretária de estado Ana Paula Vitoriino mentiu na reunião com os autarcas da região que teve lugar no governo cívil de Vila Real a quando do fecho da linha.
O Sr. Presidente da Camâra de Vila Real Convidou-a a assinar um protocolo onde se compremetia a fazer obras na linha do Corgo e a Senhora Ana Paula vVtorino recusou a fazer esse documento.
Parece que só vamos ter obras na linha até ás eleições, depois nem autocarros nem comboios. Question Sleep
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MensagemAssunto: Noticias da Linha do Corgo   Sex Jul 03, 2009 2:06 pm

Linhas do Tâmega e do Corgo só voltam a ter comboios em 2011
PUBLICO
25.06.2009
CARLOS CIPRIANO

Dificuldades na compra de travessas e carril para via estreita ditam arrastamento do projecto
de modernização das linhas.

Travessas monobloco, bibloco ou de madeira? Onde comprá-las? A que preço? Que prazos de entrega? Eis algumas perguntas a que a Refer ainda não sabe responder, mas que são decisivas para calendarizar o projecto de modernização das linhas do Tâmega e do Corgo, encerradas abruptamente em Março passado por razões de segurança (ver P&R).

O que a Refer garante é que a obra é mesmo para avançar e que um despacho conjunto dos ministérios das Obras Públicas e das Finanças já deu autorização para o investimento de 36,9 milhões de euros necessários para pôr as linhas como novas.

De resto, há já um discreto e inovador trabalho que está a ser realizado no terreno e que consiste na colocação de balizas ao longo da linha para serem lidas por uma estação topográfica sobre rodas que vai circular pela via-férrea e ler esses pontos por forma a traçar com grande precisão a sua quota.

Isto vai permitir optimizar o traçado da linha e saber exactamente onde colocar as novas travessas e carris. Tudo sem recorrer a papéis nem cartas topográficas, como antes se fazia, mas sim a um moderno software que está pela primeira vez a ser utilizado em linhas de caminho-de-ferro portuguesas.

A parte tecnologicamente avançada deste projecto morre aqui, por enquanto. Segue-se a parte menos agradável, que é arrancar toda a superestrutura de via - carris, travessas e balastro -, ficando a nu um estradão pelas encostas do Corgo e do Tâmega, que será alvo de um aprofundamento de 30 centímetros para nele se construir um leito onde assentará a futura linha.

O problema é que esta "chaga" na paisagem corre o risco de se eternizar, pois a Refer está com dificuldades no aprovisionamento das travessas de via estreita para dar seguimento à obra. Carlos Clemente, responsável pelo projecto, admite a existência deste hiato entre a remoção do material e a colocação do novo, mas garante que não há motivos para as populações locais recearem pela vinda da "nova" linha.

O projecto está dividido em quatro fases: levantamento geotécnico (em execução), levantamento da via e reperfilamento da plataforma, compra de material de via e, por último, assentamento desses materiais.

Fase final

O próximo passo será a vinda de maquinaria para remover tudo, operação que deverá acontecer entre Julho e o fim deste ano. A compra das travessas e a adjudicação da empreitada para a fase final, para além dos oito a 12 meses que demora um concurso público, depara-se com a dificuldade em conseguir uma empresa que fabrique uma tão grande quantidade de travessas de via estreita. Em Portugal, há duas - a Geofer e a Satepor - e em Espanha há várias, mas os preços são mais caros.

Seja como for, o tempo para conceber os moldes e iniciar uma linha de fabrico de travessas é moroso, pelo que só em 2010 se poderão ver operários nos "estradões" do Corgo e do Tâmega a colocar carris. Antes de 2011, diz Clemente, dificilmente as duas obras serão inauguradas.

P&R

25.06.2009

Por que fecharam as linhas do Tâmega e do Corgo?
O ciclo de vida destas duas infra-estruturas tinha chegado ao fim e as linhas já não aceitavam acções correctivas, que, de resto, estavam a ser constantes e caras. Os carris estavam deformados e os empenos (desnivelamentos de via que podem provocar descarrilamentos, como aconteceu no Tua) eram as anomalias mais frequentes nestas linhas. Este cenário é resultante de décadas de desinvestimento nas linhas de via estreita de Trás-os-Montes que tinham escapado ao encerramento.

Porquê um encerramento abrupto?
Há a versão oficial da secretária de Estado dos Transportes que refere um relatório da Refer recebido no próprio dia sobre a (in)segurança das duas linhas que terá levado à decisão da governante "para não ficar com problemas de consciência se viesse a ocorrer algum acidente". Mas a verdade é que o fecho já estava previsto há várias meses e tratado ao mais alto nível. O Governo e a Refer optaram pelo efeito-surpresa para não dar tempo de reacção às populações, autarcas e oposição.

Os acidentes do Tua tiveram influência nesta decisão?
Sim. E também a forma como o Governo e a Refer geriram as suas consequências, exigindo relatórios e procurando culpados por situações explicáveis por muitos anos de abandono. Face às pressões, a tecnostrutura da Refer reagiu na defensiva e não quis correr riscos. Produziu então relatórios de segurança sobre o Tâmega e o Corgo que levaram o poder político à solução mais radical.

Depois da modernização, os tempos de viagem serão mais rápidos?
Quase nada. As obras visam essencialmente dar mais segurança e diminuir os custos de manutenção. Não haverá rectificação de curvas, nem construção de aterros, nem de trincheiras. Os comboios deslizarão mais suavemente sobre carris, mas à mesma velocidade. Também não mudará o sistema de exploração, que continuará assente em meios humanos.

Por que não se aproveitou para pôr a Linha do Tâmega em via larga?
Seria uma solução óptima, que permitiria ter comboios directos de Amarante para o Porto, inserindo-a na sua rede de suburbanos. Mas a via estreita é muito "agarrada" ao terreno, ziguezagueando na procura dos menores declives e os custos de expropriação e de rectificação do traçado seriam muito elevados. Seria praticamente uma linha nova. Em Portugal, mais facilmente se constrói uma auto-estrada do que se faz um upgrade de uma linha de via estreita, mesmo quando esta só mede 13 quilómetros.

Qual o problema das travessas?
A Refer quer pôr travessas de betão sob os carris do Tâmega e do Corgo porque são mais resistentes e têm custos de manutenção muito inferiores (as travessas de madeira são de mais fácil aprovisionamento, mas precisam de substituição mais frequentes). Contudo, a indústria portuguesa não está preparada para responder a uma tão grande encomenda de travessas em tão pouco tempo, o que faz derrapar o projecto.

No futuro, circularão as mesmas automotoras?
Em princípio, sim, porque a CP não tem outras, mas a Refer continua com reservas acerca da adequabilidade daquele material às linhas de via estreita sinuosas. O Corgo é a linha do país com maior índice de curvas por quilómetro, porque realiza-se praticamente toda em curva e contracurva.

A CP argumenta que as automotoras estão devidamente homologadas. O diferendo entre as duas empresas não está resolvido.


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MensagemAssunto: Noticias da Linha do Corgo   Sex Jul 03, 2009 2:07 pm

Linhas do Tâmega e do Corgo só voltam a ter comboios em 2011
PUBLICO
25.06.2009
CARLOS CIPRIANO

Dificuldades na compra de travessas e carril para via estreita ditam arrastamento do projecto
de modernização das linhas.

Travessas monobloco, bibloco ou de madeira? Onde comprá-las? A que preço? Que prazos de entrega? Eis algumas perguntas a que a Refer ainda não sabe responder, mas que são decisivas para calendarizar o projecto de modernização das linhas do Tâmega e do Corgo, encerradas abruptamente em Março passado por razões de segurança (ver P&R).

O que a Refer garante é que a obra é mesmo para avançar e que um despacho conjunto dos ministérios das Obras Públicas e das Finanças já deu autorização para o investimento de 36,9 milhões de euros necessários para pôr as linhas como novas.

De resto, há já um discreto e inovador trabalho que está a ser realizado no terreno e que consiste na colocação de balizas ao longo da linha para serem lidas por uma estação topográfica sobre rodas que vai circular pela via-férrea e ler esses pontos por forma a traçar com grande precisão a sua quota.

Isto vai permitir optimizar o traçado da linha e saber exactamente onde colocar as novas travessas e carris. Tudo sem recorrer a papéis nem cartas topográficas, como antes se fazia, mas sim a um moderno software que está pela primeira vez a ser utilizado em linhas de caminho-de-ferro portuguesas.

A parte tecnologicamente avançada deste projecto morre aqui, por enquanto. Segue-se a parte menos agradável, que é arrancar toda a superestrutura de via - carris, travessas e balastro -, ficando a nu um estradão pelas encostas do Corgo e do Tâmega, que será alvo de um aprofundamento de 30 centímetros para nele se construir um leito onde assentará a futura linha.

O problema é que esta "chaga" na paisagem corre o risco de se eternizar, pois a Refer está com dificuldades no aprovisionamento das travessas de via estreita para dar seguimento à obra. Carlos Clemente, responsável pelo projecto, admite a existência deste hiato entre a remoção do material e a colocação do novo, mas garante que não há motivos para as populações locais recearem pela vinda da "nova" linha.

O projecto está dividido em quatro fases: levantamento geotécnico (em execução), levantamento da via e reperfilamento da plataforma, compra de material de via e, por último, assentamento desses materiais.

Fase final

O próximo passo será a vinda de maquinaria para remover tudo, operação que deverá acontecer entre Julho e o fim deste ano. A compra das travessas e a adjudicação da empreitada para a fase final, para além dos oito a 12 meses que demora um concurso público, depara-se com a dificuldade em conseguir uma empresa que fabrique uma tão grande quantidade de travessas de via estreita. Em Portugal, há duas - a Geofer e a Satepor - e em Espanha há várias, mas os preços são mais caros.

Seja como for, o tempo para conceber os moldes e iniciar uma linha de fabrico de travessas é moroso, pelo que só em 2010 se poderão ver operários nos "estradões" do Corgo e do Tâmega a colocar carris. Antes de 2011, diz Clemente, dificilmente as duas obras serão inauguradas.

P&R

25.06.2009

Por que fecharam as linhas do Tâmega e do Corgo?
O ciclo de vida destas duas infra-estruturas tinha chegado ao fim e as linhas já não aceitavam acções correctivas, que, de resto, estavam a ser constantes e caras. Os carris estavam deformados e os empenos (desnivelamentos de via que podem provocar descarrilamentos, como aconteceu no Tua) eram as anomalias mais frequentes nestas linhas. Este cenário é resultante de décadas de desinvestimento nas linhas de via estreita de Trás-os-Montes que tinham escapado ao encerramento.

Porquê um encerramento abrupto?
Há a versão oficial da secretária de Estado dos Transportes que refere um relatório da Refer recebido no próprio dia sobre a (in)segurança das duas linhas que terá levado à decisão da governante "para não ficar com problemas de consciência se viesse a ocorrer algum acidente". Mas a verdade é que o fecho já estava previsto há várias meses e tratado ao mais alto nível. O Governo e a Refer optaram pelo efeito-surpresa para não dar tempo de reacção às populações, autarcas e oposição.

Os acidentes do Tua tiveram influência nesta decisão?
Sim. E também a forma como o Governo e a Refer geriram as suas consequências, exigindo relatórios e procurando culpados por situações explicáveis por muitos anos de abandono. Face às pressões, a tecnostrutura da Refer reagiu na defensiva e não quis correr riscos. Produziu então relatórios de segurança sobre o Tâmega e o Corgo que levaram o poder político à solução mais radical.

Depois da modernização, os tempos de viagem serão mais rápidos?
Quase nada. As obras visam essencialmente dar mais segurança e diminuir os custos de manutenção. Não haverá rectificação de curvas, nem construção de aterros, nem de trincheiras. Os comboios deslizarão mais suavemente sobre carris, mas à mesma velocidade. Também não mudará o sistema de exploração, que continuará assente em meios humanos.

Por que não se aproveitou para pôr a Linha do Tâmega em via larga?
Seria uma solução óptima, que permitiria ter comboios directos de Amarante para o Porto, inserindo-a na sua rede de suburbanos. Mas a via estreita é muito "agarrada" ao terreno, ziguezagueando na procura dos menores declives e os custos de expropriação e de rectificação do traçado seriam muito elevados. Seria praticamente uma linha nova. Em Portugal, mais facilmente se constrói uma auto-estrada do que se faz um upgrade de uma linha de via estreita, mesmo quando esta só mede 13 quilómetros.

Qual o problema das travessas?
A Refer quer pôr travessas de betão sob os carris do Tâmega e do Corgo porque são mais resistentes e têm custos de manutenção muito inferiores (as travessas de madeira são de mais fácil aprovisionamento, mas precisam de substituição mais frequentes). Contudo, a indústria portuguesa não está preparada para responder a uma tão grande encomenda de travessas em tão pouco tempo, o que faz derrapar o projecto.

No futuro, circularão as mesmas automotoras?
Em princípio, sim, porque a CP não tem outras, mas a Refer continua com reservas acerca da adequabilidade daquele material às linhas de via estreita sinuosas. O Corgo é a linha do país com maior índice de curvas por quilómetro, porque realiza-se praticamente toda em curva e contracurva.

A CP argumenta que as automotoras estão devidamente homologadas. O diferendo entre as duas empresas não está resolvido.


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MensagemAssunto: Noticias da Linha do Corgo   Qua Jul 22, 2009 11:27 am

Obras nas linhas do Tâmega e Corgo deixam autarcas divididos entre o aplauso e a dúvida

21.07.2009, Carlos Cipriano

Empreitadas são hoje consignadas pelo Governo. Refer optou por utilizar travessas de madeira
nestas linhas

A secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, vai estar hoje em Amarante e Vila Real para assinar a consignação das empreitadas da primeira fase das obras de modernização das linhas do Tâmega e do Corgo. Trata-se de um investimento que ascende aos 36,9 milhões de euros e que só deverá ser definitivamente concretizado em 2011.
As duas linhas foram encerradas subitamente em Março deste ano por razões de segurança e a Refer diz que precisa de dois anos para as reconstruir, uma vez que vai necessário substituir toda a infra-estrutura da via.
Umas das explicações avançadas para a morosidade da intervenção foi a dificuldade em aprovisionar travessas de betão (ver PÚBLICO de 25/07/2009), mas tanto a Geofer como a Satepor - as duas únicas empresas nacionais que fabricam este produto - dizem que isso não é verdade, pois têm capacidade para responder com maior rapidez do que a que a Refer previu para uma eventual encomenda.
Contudo, a gestora de infra-estruturas ferroviárias já decidiu: as "novas" linhas do Tâmega e do Corgo serão feita com travessas de madeira. Uma decisão que, segundo Carlos Clemente, director daquela empresa, não se prende com as alegadas dificuldades de aprovisionamento, mas sim com o perfil da via, muito sinuoso, que recomenda esta solução.
"As travessas de madeira têm um melhor comportamento neste tipo de linhas", explicou ao PÚBLICO aquele responsável. Isto, apesar de as travessas de betão serem mais resistentes e de exigirem menores custos de manutenção. Só que as curvas destas linhas são tão apertadas que até a própria instalação das travessas de betão por meios mecânicos se torna complicada.
Esta opção não reduz, contudo, o prazo de execução da obra, que continua a ser de dois anos - tanto quanto a construção da linha de alta velocidade entre o Poceirão e Caia - pelo que o comboio só voltará a apitar nas margens do Tâmega e do Corgo em 2011.
A notícia da consignação da obra tranquilizou o presidente da Junta de Freguesia de Alvações do Corgo, Manuel Liberato, que acredita na prossecução do projecto. "Tenho que acreditar nas pessoas e é óbvio que é verdade que as obras vão avançar", disse ao PÚBLICO.
O autarca, eleito pelo PS, fez questão de dizer que no brasão da sua freguesia e no selo branco da junta consta a imagem de uma locomotiva, o que dá ideia da importância de que se reveste aquela a linha para as localidades em questão, onde vivem também muitos ferroviários.
Menos crente está o seu colega da Junta de Freguesia da Ermida, José Martins, que refere o "enorme cepticismo" das populações motivado pelo encerramento da linha. "Ninguém está satisfeito", disse o autarca, mesmo sabendo do agendamento da deslocação da secretária de Estado dos Transportes a Vila Real para assistir à cerimónia de cnsignação das empreitadas. "Eu não acredito neste Governo, que prometeu muitas coisas e não fez nada. Por isso estou céptico em relação a isto [modernização da linha]", comentou.
José Martins foi eleito nas listas do Partido Socialista, mas diz que o partido do seu coração é o PSD de Sá Carneiro. A freguesia de Ermida é servida pela Linha do Corgo através das estações de Povoação e Carrazeda.
A empreitada cuja consignação está prevista para hoje diz respeito ao levantamento da via e o reperfilamento da plataforma das linhas que ficarão preparadas para, numa segunda fase - ainda não contratualizada - receberem novas travessas, carris e balastro, ficando assim concluída a obra.

A Petição pela Linha do Tua Viva vai ser discutida e votada amanhã, às 15h, pelo plenário da Assembleia da República. Lançada pelo Movimento Cívico pela Linha do Tua, a petição rejeita a submersão da linha pela barragem da foz do Tua.
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MensagemAssunto: Noticias da Linha do Corgo   Qua Jul 22, 2009 11:34 am

Obras nas linhas do Tâmega e Corgo deixam autarcas divididos entre o aplauso e a dúvida

21.07.2009, Carlos Cipriano

Empreitadas são hoje consignadas pelo Governo. Refer optou por utilizar travessas de madeira
nestas linhas

A secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, vai estar hoje em Amarante e Vila Real para assinar a consignação das empreitadas da primeira fase das obras de modernização das linhas do Tâmega e do Corgo. Trata-se de um investimento que ascende aos 36,9 milhões de euros e que só deverá ser definitivamente concretizado em 2011.
As duas linhas foram encerradas subitamente em Março deste ano por razões de segurança e a Refer diz que precisa de dois anos para as reconstruir, uma vez que vai necessário substituir toda a infra-estrutura da via.
Umas das explicações avançadas para a morosidade da intervenção foi a dificuldade em aprovisionar travessas de betão (ver PÚBLICO de 25/07/2009), mas tanto a Geofer como a Satepor - as duas únicas empresas nacionais que fabricam este produto - dizem que isso não é verdade, pois têm capacidade para responder com maior rapidez do que a que a Refer previu para uma eventual encomenda.
Contudo, a gestora de infra-estruturas ferroviárias já decidiu: as "novas" linhas do Tâmega e do Corgo serão feita com travessas de madeira. Uma decisão que, segundo Carlos Clemente, director daquela empresa, não se prende com as alegadas dificuldades de aprovisionamento, mas sim com o perfil da via, muito sinuoso, que recomenda esta solução.
"As travessas de madeira têm um melhor comportamento neste tipo de linhas", explicou ao PÚBLICO aquele responsável. Isto, apesar de as travessas de betão serem mais resistentes e de exigirem menores custos de manutenção. Só que as curvas destas linhas são tão apertadas que até a própria instalação das travessas de betão por meios mecânicos se torna complicada.
Esta opção não reduz, contudo, o prazo de execução da obra, que continua a ser de dois anos - tanto quanto a construção da linha de alta velocidade entre o Poceirão e Caia - pelo que o comboio só voltará a apitar nas margens do Tâmega e do Corgo em 2011.
A notícia da consignação da obra tranquilizou o presidente da Junta de Freguesia de Alvações do Corgo, Manuel Liberato, que acredita na prossecução do projecto. "Tenho que acreditar nas pessoas e é óbvio que é verdade que as obras vão avançar", disse ao PÚBLICO.
O autarca, eleito pelo PS, fez questão de dizer que no brasão da sua freguesia e no selo branco da junta consta a imagem de uma locomotiva, o que dá ideia da importância de que se reveste aquela a linha para as localidades em questão, onde vivem também muitos ferroviários.
Menos crente está o seu colega da Junta de Freguesia da Ermida, José Martins, que refere o "enorme cepticismo" das populações motivado pelo encerramento da linha. "Ninguém está satisfeito", disse o autarca, mesmo sabendo do agendamento da deslocação da secretária de Estado dos Transportes a Vila Real para assistir à cerimónia de cnsignação das empreitadas. "Eu não acredito neste Governo, que prometeu muitas coisas e não fez nada. Por isso estou céptico em relação a isto [modernização da linha]", comentou.
José Martins foi eleito nas listas do Partido Socialista, mas diz que o partido do seu coração é o PSD de Sá Carneiro. A freguesia de Ermida é servida pela Linha do Corgo através das estações de Povoação e Carrazeda.
A empreitada cuja consignação está prevista para hoje diz respeito ao levantamento da via e o reperfilamento da plataforma das linhas que ficarão preparadas para, numa segunda fase - ainda não contratualizada - receberem novas travessas, carris e balastro, ficando assim concluída a obra.

A Petição pela Linha do Tua Viva vai ser discutida e votada amanhã, às 15h, pelo plenário da Assembleia da República. Lançada pelo Movimento Cívico pela Linha do Tua, a petição rejeita a submersão da linha pela barragem da foz do Tua.
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MensagemAssunto: Noticias da Linha do Corgo   Qua Jul 22, 2009 11:35 am

Obras nas linhas do Tâmega e Corgo deixam autarcas divididos entre o aplauso e a dúvida

21.07.2009, Carlos Cipriano

Empreitadas são hoje consignadas pelo Governo. Refer optou por utilizar travessas de madeira
nestas linhas

A secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, vai estar hoje em Amarante e Vila Real para assinar a consignação das empreitadas da primeira fase das obras de modernização das linhas do Tâmega e do Corgo. Trata-se de um investimento que ascende aos 36,9 milhões de euros e que só deverá ser definitivamente concretizado em 2011.
As duas linhas foram encerradas subitamente em Março deste ano por razões de segurança e a Refer diz que precisa de dois anos para as reconstruir, uma vez que vai necessário substituir toda a infra-estrutura da via.
Umas das explicações avançadas para a morosidade da intervenção foi a dificuldade em aprovisionar travessas de betão (ver PÚBLICO de 25/07/2009), mas tanto a Geofer como a Satepor - as duas únicas empresas nacionais que fabricam este produto - dizem que isso não é verdade, pois têm capacidade para responder com maior rapidez do que a que a Refer previu para uma eventual encomenda.
Contudo, a gestora de infra-estruturas ferroviárias já decidiu: as "novas" linhas do Tâmega e do Corgo serão feita com travessas de madeira. Uma decisão que, segundo Carlos Clemente, director daquela empresa, não se prende com as alegadas dificuldades de aprovisionamento, mas sim com o perfil da via, muito sinuoso, que recomenda esta solução.
"As travessas de madeira têm um melhor comportamento neste tipo de linhas", explicou ao PÚBLICO aquele responsável. Isto, apesar de as travessas de betão serem mais resistentes e de exigirem menores custos de manutenção. Só que as curvas destas linhas são tão apertadas que até a própria instalação das travessas de betão por meios mecânicos se torna complicada.
Esta opção não reduz, contudo, o prazo de execução da obra, que continua a ser de dois anos - tanto quanto a construção da linha de alta velocidade entre o Poceirão e Caia - pelo que o comboio só voltará a apitar nas margens do Tâmega e do Corgo em 2011.
A notícia da consignação da obra tranquilizou o presidente da Junta de Freguesia de Alvações do Corgo, Manuel Liberato, que acredita na prossecução do projecto. "Tenho que acreditar nas pessoas e é óbvio que é verdade que as obras vão avançar", disse ao PÚBLICO.
O autarca, eleito pelo PS, fez questão de dizer que no brasão da sua freguesia e no selo branco da junta consta a imagem de uma locomotiva, o que dá ideia da importância de que se reveste aquela a linha para as localidades em questão, onde vivem também muitos ferroviários.
Menos crente está o seu colega da Junta de Freguesia da Ermida, José Martins, que refere o "enorme cepticismo" das populações motivado pelo encerramento da linha. "Ninguém está satisfeito", disse o autarca, mesmo sabendo do agendamento da deslocação da secretária de Estado dos Transportes a Vila Real para assistir à cerimónia de cnsignação das empreitadas. "Eu não acredito neste Governo, que prometeu muitas coisas e não fez nada. Por isso estou céptico em relação a isto [modernização da linha]", comentou.
José Martins foi eleito nas listas do Partido Socialista, mas diz que o partido do seu coração é o PSD de Sá Carneiro. A freguesia de Ermida é servida pela Linha do Corgo através das estações de Povoação e Carrazeda.
A empreitada cuja consignação está prevista para hoje diz respeito ao levantamento da via e o reperfilamento da plataforma das linhas que ficarão preparadas para, numa segunda fase - ainda não contratualizada - receberem novas travessas, carris e balastro, ficando assim concluída a obra.

A Petição pela Linha do Tua Viva vai ser discutida e votada amanhã, às 15h, pelo plenário da Assembleia da República. Lançada pelo Movimento Cívico pela Linha do Tua, a petição rejeita a submersão da linha pela barragem da foz do Tua.
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MensagemAssunto: Linha do corgo   Ter Jul 28, 2009 10:53 am

Amigos começou o levantamento dos carris e das travessas na linha do corgo na passada segunda feira dia 27/07/2009. Vamos lá se vamos ter comboio outra vez! Shocked
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MensagemAssunto: Re: Noticias da Linha do Corgo   Sab Ago 01, 2009 1:57 pm

Cerimónia de consignação marca o início da recuperação das ferrovias do Corgo e Tâmega


Após a suspensão das linhas do Corgo e Tâmega a 24 de Março do presente ano, a Secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, e o Presidente do Conselho Administrativo da REFER...
...deslocaram-se esta terça-feira a Vila Real, para proceder à consignação da 1ª fase das obras de recuperação das ferrovias.

A cerimónia, que teve lugar no Governo Civil, à semelhança do que aconteceu no passado mês de Março, teve como objectivo oficializar o início das obras de levantamento da via e reperfilamento da plataforma das linhas em questão, um investimento global na ordem dos 37 Milhões de euros.

Ana Paula Vitorino, presente na solenidade, afirma ter “cumprido o objectivo que há quatro meses tinha delineado”. “Hoje não vimos aqui para assinar um projecto de intenções, mas sim para testemunhar o acto de consignação que por lei é o início oficial das obras. Estou aqui hoje, portanto, para cumprir a minha palavra”.

Segundo a Secretária de Estado dos Transportes, até ao final do próximo ano estas obras de recuperação e modernização das duas vias estarão concluídas, onde a REFER, empresa responsável pela execução do projecto, procederá à renovação integral da superstrutura da via (carril, travessas e balastro).

O Presidente do Conselho Administrativo da REFER, Luís Filipe Pardal, considera esta intervenção como “lógica e coerente”, garantindo que “as obras serão concluídas dentro do prazo estabelecido e as povoações poderão tirar o máximo de partido das vias assim que estas estiverem prontas”.

O autarca Francisco Ribeiro, em representação do concelho de Santa Marta de Penaguião, mostrou-se bastante crítico pelos factos ocorridos há quatro meses, aquando da suspensão da linha do corgo, alertando para a “ausência de contestação agora que a promessa foi cumprida”. “Em Março, muita gente criticou as entidades que neste mesmo local tomaram uma atitude séria, e era importante que essas pessoas, que na altura perderam um dia de trabalho, estivessem aqui hoje a presenciar e a aplaudir um acto nobre que irá revitalizar toda a região dependente das ferrovias.”

Recorde-se que as linhas do Tâmega e Corgo foram suspensas no seguimento das conclusões de um inquérito promovido pela REFER aos acidentes registados na linha do Tua, em Agosto do ano passado.

Filipe Ribeiro
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MensagemAssunto: Comentário   Sab Ago 01, 2009 2:04 pm

Vou deixar um comentário ao Sr. Presidente da câmara de Santa Marta de Penaguião " os aplausos são no fim do espectáculo e não no inicío. A obra ainda agora começou, esperemos que não fique a meio ou não passe da primeira fase. Se for concluída cá estaremos para aplaudir e dar os parabéns, mas é só no fim do espectáculo e não no ínicio.
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MensagemAssunto: Re: Noticias da Linha do Corgo   Sex Ago 07, 2009 6:06 pm

Caro membro desta equipa. cheers

É com todo o prazer, que vejo que tem visitado assiduamente este fórum, compartilhado informação importante e acredito também que a esteja a difundir.

Aproveito para informar que os tópicos foram unificados, uma vez que se referia ao mesmo assunto simplesmente se estava a perder a lógica dos tópicos e saturando o fórum com os mesmos. Devendo sempre que se trate do mesmo assunto seleccionar a opção “posta reply” e não “nem topic”, sempre que ache necessário poderá evidentemente criar novos tópicos á mesma .

Como toda esta informação tem sido importante, foi criado um fórum somente para esse efeito e para poder explorar todas a possibilidades que o mesmo lhe traz desta forma.

Agradeço que sejam consultadas as actualizações.
Sem mais de momento despeço-me, dando-lhe os parabéns pelo excelente trabalho até aqui apresentado. Dando vida ao ALv@Fórum.


Dep.Infor.
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MensagemAssunto: Reportagem da sic sobre as vias estreitas   Sab Ago 08, 2009 10:19 am

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MensagemAssunto: Levantamento da infraestrurura da linha do corgo   Seg Ago 17, 2009 1:41 pm

Amigos já foram levantados os carris e as travessas ao longo dos 25 km da linha do corgo, neste momento o empreiteiro procede á retirada do balastro. Este trabalho tem a duração de 183 dias de calendário
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MensagemAssunto: Serviços de substituição criam confronto entre CP e Refer   Qua Out 28, 2009 1:35 pm

O custo dos autocarros que estão a substituir os comboios da CP nas linhas do Tâmega e do Corgo deverá ser suportado pela Refer, pois foi esta empresa que encerrou aquelas linhas em Março passado para nelas efectuar obras de reabilitação.

Esta é a posição da transportadora pública, que espera vir a ser ressarcida por estas despesas. Ana Portela, directora da Comunicação da CP, disse ao PÚBLICO que esta empresa "debitará à Refer o valor correspondente ao serviço rodoviário de substituição", recusando-se, contudo, a divulgar quais os montantes em causa.

Já a Refer entende que não tem nada a pagar à CP porque naquela linhas "a interrupção do serviço foi acordada entre o operador e a Refer", diz Susana Abrantes, da Direcção de Comunicação e Imagem daquela empresa. A mesma fonte explica que, tratando-se de linhas de via estreita, o Tâmega e o Corgo não são abrangidos pelo Directório de Rede (um documento que estabelece as condições de acesso e circulação dos operadores na rede ferroviária da Refer), pelo que esta empresa "não suporta qualquer custo com os transportes alternativos".

O PÚBLICO questionou novamente a CP sobre esta questão, que insistiu na mesma resposta - o serviço de substituição será debitado à Refer.

Já nas outras linhas do país que também estão fechadas para obras a gestora de infra-estruturas paga o transporte alternativo de passageiros. Ao contrário da CP, a Refer não colocou quaisquer obstáculos à divulgação desses encargos.

No ramal da Figueira da Foz, o serviço em autocarro entre aquela cidade, Cantanhede e Coimbra foi adjudicado por 164.250 euros por um período de 12 meses à Rodoviária da Beira Litoral e entre Guarda e Covilhã a Refer paga 10.500 euros por mês à Joalto para assegurar o serviço que antes era feito por automotoras da CP.

A Refer tem neste momento 178 quilómetros de via-férrea encerrados para obras (ver PÚBLICO de 19/10/2009), a maior parte dos quais só reabrirá em 2011 e 2012, devendo as actuais concessões rodoviárias ser prorrogadas ou negociadas.
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MensagemAssunto: Re: Noticias da Linha do Corgo   Dom Nov 01, 2009 8:01 pm

Cabecinha escreveu:
O custo dos autocarros que estão a substituir os comboios da CP nas linhas do Tâmega e do Corgo deverá ser suportado pela Refer, pois foi esta empresa que encerrou aquelas linhas em Março passado para nelas efectuar obras de reabilitação.

Esta é a posição da transportadora pública, que espera vir a ser ressarcida por estas despesas. Ana Portela, directora da Comunicação da CP, disse ao PÚBLICO que esta empresa "debitará à Refer o valor correspondente ao serviço rodoviário de substituição", recusando-se, contudo, a divulgar quais os montantes em causa.

Já a Refer entende que não tem nada a pagar à CP porque naquela linhas "a interrupção do serviço foi acordada entre o operador e a Refer", diz Susana Abrantes, da Direcção de Comunicação e Imagem daquela empresa. A mesma fonte explica que, tratando-se de linhas de via estreita, o Tâmega e o Corgo não são abrangidos pelo Directório de Rede (um documento que estabelece as condições de acesso e circulação dos operadores na rede ferroviária da Refer), pelo que esta empresa "não suporta qualquer custo com os transportes alternativos".

O PÚBLICO questionou novamente a CP sobre esta questão, que insistiu na mesma resposta - o serviço de substituição será debitado à Refer.

Já nas outras linhas do país que também estão fechadas para obras a gestora de infra-estruturas paga o transporte alternativo de passageiros. Ao contrário da CP, a Refer não colocou quaisquer obstáculos à divulgação desses encargos.

No ramal da Figueira da Foz, o serviço em autocarro entre aquela cidade, Cantanhede e Coimbra foi adjudicado por 164.250 euros por um período de 12 meses à Rodoviária da Beira Litoral e entre Guarda e Covilhã a Refer paga 10.500 euros por mês à Joalto para assegurar o serviço que antes era feito por automotoras da CP.

A Refer tem neste momento 178 quilómetros de via-férrea encerrados para obras (ver PÚBLICO de 19/10/2009), a maior parte dos quais só reabrirá em 2011 e 2012, devendo as actuais concessões rodoviárias ser prorrogadas ou negociadas.

Boas!!!

A meu ver, uma vez que as infra-estruturas da linha chegaram a este estado, devido a falta de investimento por parte da REFER que colocou em abandono esta linha e uma série delas, a mesma (REFER) deveria suportar os custos.

Pois a CP (Comboios de Portugal) é uma utilizadora ou seja é cliente da REFER, como a CP paga á REFER pelo serviço, se o serviço ao qual a REFER se comprometeu não é possivel de se concretizar por erros por ela cometidos, deverá suportar tudo a que esta situação possa levar.
Cumprimentos.
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MensagemAssunto: UMa grande IMAGEM   Qua Nov 04, 2009 12:49 pm

Ora aqui vai uma "grande" foto que encontrei na internet e partilho com todos vós.

(Basta clicar na foto para ver)




Cumprimentos.
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MensagemAssunto: Linha do Corgo é para concluir antes de 2011   Qua Nov 11, 2009 7:05 am

Frederico Correia
in Mensageiro da Notícias
Governo quer estabelecer parcerias que possibilitem a ligação entre Pocinho e Barca de Alva
Começou a contagem decrescente para o fim dos trabalhos na linha férrea do Corgo. Depois do reboliço gerado pelos supostos atrasos no início dos trabalhos, a secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, deslocou-se a Vila Real, na passada terça-feira, dia 21, para dar início à fase de “reperfilamento da linha”. Antes do final de 2010 é para onde se apontam “todos os esforços”, mas o mais tardar no início de 2011 é a “obrigação”. Uma parceria para ligar o Pocinho a Barca de Alva com uma “linha turística” foi outra das intenções reveladas pela representante do Governo. O encerramento da linha do Corgo, que liga os concelhos de Vila Real e Peso da Régua, passando por Santa Marta de Penaguião, deu-se a 24 de Março deste ano. No seguimento dos sucessivos acidentes na linha do Tua, era “imperativo” o levantamento das condições de todas as linhas férreas do País. Vistoria concluída, encerramento decretado. Levantou-se então um coro de protestos, sobretudo das populações das freguesias de Ermida e Alvações do Corgo, que eram abrangidas somente pelo comboio em termos de transporte público. Ana Paula Vitorino, ainda antes de terminar o mês de Março, apressou-se a sossegar os autarcas e as populações, garantindo o início dos trabalhos dentro de quatro meses. “E cumprimos a nossa palavra de forma séria”, resumiu a secretária de Estado dos Transportes, aquando da assinatura da consignação da primeira fase das obras. Não se querem atrasos, para tentar a conclusão da intervenção ainda antes do final do próximo ano. No entanto, o prazo legal para o términos dos trabalhos na via expira apenas nos primeiros três meses de 2011. Sem recusar “esforços” para que a recuperação da linha se faça antes do tempo previsto, o presidente da Refer, Luís Filipe Pardal, foi alertando que nem tudo depende da rapidez de execução. “Os materiais utilizados são de via estreita, por isso, com prazos mais alongados no que toca à sua aquisição. Mas faremos tudo o que for possível para colocar a linha operacional em finais de 2010.” Com um investimento próximo dos 23,5 milhões de euros ao longo dos cerca de 26 quilómetros da linha do Corgo, esta intervenção será um passo fundamental o regressar à “normalidade” da região duriense. No mesmo dia, já Ana Paula Vitorino tinha estado em Amarante em igual processo para reactivar a linha do Tâmega, num investimento de 13,3 milhões de euros. Após a requalificação da linha entre Vila Real e Peso da Régua, nem tudo ficará igual. A secretária de Estado dos Transportes quer mais conforto e modernidade nas linhas férreas, por isso, “haverá uma aposta na recuperação e melhoria no material de circulação”. “Não queremos ter o ciclo vicioso do início da década de 90 em que tudo conduzia ao abandono das linhas de ferro. Queremos antes um ciclo virtuoso, com uma boa oferta do serviço de caminhos de ferro, para uma maior procura.” Mas não será apenas um “lifting” que a linha do Corgo irá sofrer. A segurança é “imperiosa” e, como tal, está projectada a melhoria das passagens de nível. “Vamos tirar partido desta intervenção, que dá condições para o trabalho de supressão ou automatização de passagens assistidas, para melhorar as condições”, assegurou o presidente da Refer. Igualmente “feliz” pelo cumprir da palavra por parte do Governo, e em representação dos três concelho visados, estava o presidente da câmara de Santa Marta de Penaguião, Francisco Ribeiro. Porém, o autarca não se coibiu em mostrar a outra face do acontecimento. Em Março, muito populares concentram-se às portas do Governo Civil de Vila Real para “chamar mentirosos a quem estava a tomar uma atitude, como se veio a comprovar, honrada e séria”, mas para “aplaudir e agradecer” não esteve ninguém, lamentou Francisco Ribeiro.

Reactivar para Turista... viajar Os 28 quilómetros de linha ferroviária do Douro que separam Pocinho e Barca de Alva poderão ser reabilitados. Um conjunto de parceiras que o Governo está a estabelecer entre Refer, CP, Estrutura de Missão do Douro, Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte e promotores turísticos privados poderá viabilizar esta intenção. “É um troço de linha com natureza diferentes daquela que existe, por exemplo, entre o Porto e Peso da Régua”, constatou a representante do Governo. Como tal, o conceito não pode ser baseado no aproveitamento da “mobilidade das pessoas”, mas tem de ser adaptada a “fins turísticos”. “Como existe um crescente turismo mundial com vista à descoberta dos rios e da natureza, procuramos também a parceria com o lado espanhol para que também eles apostem nesta linha”, referiu.
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MensagemAssunto: Chaves //Caminhos-de-ferro atraem mais de dois mil visitantes   Qua Nov 11, 2009 7:08 am

Cristiana Silva
In Mensageiro Notícias

Em dez meses, o Museu Ferroviário superou as expectativas

Aberto desde o início do ano, o Museu Ferroviário de Chaves conta já com cerca de 2200 visitantes. O número foi avançado por Jorge Leite, coordenador da rede de museus flavienses, que adiantou ainda que Agosto foi o mês que registou maior afluência: 1022 visitantes. Situado no centro da cidade, junto ao Centro Cultural, o Museu Ferroviário ocupa as instalações da antiga cocheira da estação daquela localidade, bem como das oficinas de reparação. Este espaço museológico está sob a alçada da CP - Comboios de Portugal e da Fundação Nacional do Museu Ferroviário. Jorge Leite explicou que o público tem à sua disposição “peças respeitantes à linha do Corgo, deixadas pelo Museu Ferroviário Nacional, como três tipos de locomotivas de Via Estreita, a Locomotiva E161 (1905), a Locomotiva E41 (1904) e a Locomotiva E203 (1911), um vagão de transporte de correio e material corrente, secretárias da administração, lanternas e bandeiras de fazer paragem ao comboio”. De entre todos os que passam pelo Museu, o coordenador destaca as pessoas mais idosas e os turistas estrangeiros que “gostam de relembrar as longas viagens que se faziam na Linha do Corgo, única no século XX”. Atingir os 3 500 visitantes é o objectivo a conseguir até ao final do ano. Para o efeito, Jorge Leite garantiu que o meio de divulgação mais eficaz é a página oficial do Museu na Internet. No futuro, deverão ser incluídos artigos na Agenda Cultural da Eurocidade e elaborar um desdobrável com informações do museu para entregar em escolas, autarquias e público em geral. O Museu Ferroviário de Chaves pode ser visitado gratuitamente, de segunda à sexta-feira, das 9h às 12h30 e das 14h às 17h30, no período de Inverno, estando aberto no mesmo horário, mas de segunda a domingo, na época do Verão.
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MensagemAssunto: Linha do Corgo   Dom Jan 03, 2010 1:45 pm

Chegou-me hoje a informação que os autocarros que substituem o comboio acabaram em Março deste ano.
Chegou-me também a informação que a verba para recuperar a linha do corgo e Tâmega foi cancela pelo governo.
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MensagemAssunto: A linha antes do encerramento.   Dom Jan 31, 2010 4:35 pm

Ora aqui estão umas pequenas filmagens na linha do Corgo retiradas do youtube.

Tanta beleza junta, numa única filmagem! Esperemos que esta interrupção não passe a um encerramento.
Se tal acontecer, não será mais uma mera linha fechada ao serviço; são histórias, sonhos, ideias, sofrimentos, conquistas… vidas…. Esta linha percorre uma séria de inimagináveis emoções que desperta em nós uma sensação única.

Neste momento existe em nós a incerteza: se “sim” à reabertura, permanecerá em nós um contentamento único, mas, se houver um “não”, passará a haver um holocausto entre todos nós.

Um bem-haja.


Parte 1




Parte 2





Parte 3




Parte 4


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MensagemAssunto: Um vídeo doloroso da linha do Corgo.   Dom Jan 31, 2010 4:43 pm

Caros Colegas!

Aqui está mais um vídeo que nos faz sofrer, mas que vale a pena ver.



Cumprimentos.
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MensagemAssunto: Obras vão ter um novo impulso-Linha do Corgo com bitola europeia   Sab Abr 10, 2010 6:25 am

A Voz de Trás-os-Montes

08-04-2010

Embora os trabalhos de requalificação e modernização da linha do Corgo estejam atrasados relativamente à sua calendarização, aos poucos vamos sabendo como será o seu futuro perfil. A antiga bitola métrica não vai ser implementada, sendo substituída pela medida europeia (distância de 1.435mm entre os carris).

Contudo, o ritmo dos trabalhos na linha não está a agradar a algumas forças políticas. O deputado, Agostinho Lopes (PCP), manifestou, ao Nosso Jornal, a vontade em confrontar o Governo com a quase ausência de intervenções na plataforma da via. “O que sabemos é que a circulação está interrompida devido ao plano anunciado pelo Poder Central. Agora olha- -se para a linha e não se vê qualquer evolução nas obras. A via do vale do Corgo tem um lugar insubstituível de interesse público para as populações e para o turismo, portanto devemos apostar na sua valorização e dinamização", sublinhou.
Também o Presidente da Junta de Freguesia de Alvaçães do Corgo, Manuel Liberato, está atento ao desenvolvimento do projecto. "Embora não note agora grandes intervenções na linha, soube, por fonte não oficial, que o comboio vai mesmo passar a circular. Neste momento decorrem estudos para a instalação de passagens de nível automáticas adequadas ao traçado", frisou o autarca.
Recorde-se que a antiga Secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, prometeu, em meados do último ano, numa reunião do Governo Civil, de que a Linha Ferroviária do Corgo iria abrir em Setembro de 2010, mas esta data deve ser difícil de cumprir. Aliás, a segunda fase da obra, cujo início apontava para Setembro de 2009, ainda nem sequer se iniciou.
Recentemente os Presidentes de Câmara de Vila Real, Santa Marta de Penaguião e Régua, e os presidentes das juntas de freguesia abrangidas pela via-férrea, entre outras entidades já tinham deixado claro o desejo da concretização de todo o projecto. Com a adopção da bitola europeia, o material de circulação deverá ser alterado, ou seja, prevê-se a utilização de novas composições.
O investimento do Governo para a linha do Corgo aponta para os 23,5 milhões de euros.
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MensagemAssunto: Obras na Linha do Corgo continuam paradas   Seg Abr 12, 2010 5:23 am

Linha Ferroviária do Corgo, que liga Peso da Régua a Vila Real, encerrou em Março de 2009, por questões de segurança, para não mais abrir. A visita a Vila Real da então secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, em Julho do ano passado, para...
...dar início às obras de “levantamento da via e reperfilamento da plataforma”, a primeira fase de remodelação da linha do Corgo, fazia prever que este assunto estaria, por fim, resolvido. Contudo, no fim desta intervenção inicial, orçada em 4,4 milhões de euros, as obras nesta via-férrea centenária cessaram, fincando por cumprir o prazo de conclusão da reparação dos 26 quilómetros da linha, agendado para o final deste ano. O investimento de 23,5 milhões de euros não foi aplicado na sua totalidade e muita obra ficou por acabar.

Entretanto, a circulação no troço da linha do Douro entre o Tua e o Pocinho foi retomada na passada quinta-feira, após mais de três meses suspensa devido a um desabamento de pedras. Segundo a REFER, empresa proprietária desta infra-estrutura, “as condições de segurança forma repostas, e o serviço de passageiros será reiniciado com o horário que estava em vigor antes da suspensão da circulação”.

A linha do Douro é a única activa na região, após o recente encerramento das linhas do Corgo e Tâmega em 2009 e da linha do Tua em 2008, na sequência de vários acidentes registados nesse ano.

Filipe Ribeiro
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MensagemAssunto: REFER com projectos de geotecnia, drenagem e de via na linha do Corgo   Seg Maio 03, 2010 11:24 am

OJE/Lusa

A REFER está a elaborar os projectos de "geotecnia, de drenagem e de via" da linha do Corgo, entre Vila Real e Régua, encerrada há um ano por motivos de segurança, refere fonte da empresa.




Em Março do ano passado a então secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, mandou fechar a linha do Corgo por razões de segurança, anunciando depois um investimento de 23,4 milhões de euros na reparação da linha que deveria estar concluída até ao final de 2010.



As primeiras fases ficaram concluídas no final de 2009, depois do levantamento dos carris e travessas e reperfilamento da plataforma, só que entretanto os trabalhos pararam deixando as populações e autarcas apreensivos quanto ao futuro da linha.



Em resposta a um pedido de esclarecimento da agência Lusa a REFER respondeu hoje que "decorre actualmente a elaboração de projectos de geotecnia, de drenagem e de via". Referiu ainda que, e tal como estava previsto, a REFER, com o apoio da CP e das câmaras de Vila Real, Santa Marta de Penaguião e Peso da Régua, lançou um alargado programa de inquéritos nos principais pontos geradores/atractores de viagens, aos utilizadores de transporte público rodoviário e ferroviário, bem como às escolas, com o objectivo de conhecer os padrões de mobilidade das populações residentes nos concelhos abrangidos.



Segundo a fonte da empresa a informação recolhida está neste momento a ser analisada para depois ser finalizado o Estudo de Procura - Análise do potencial de procura na Linha do Corgo, do qual resultará "uma caracterização actualizada das necessidades de mobilidade a considerar na fase seguinte, em que serão preparadas as soluções coordenadas de oferta de transporte a garantir pelos modos rodo e ferroviário".



Na semana passada a Assembleia Municipal (AM) de Vila Real, presidida por Pedro Passos Coelho, aprovou uma moção em que exige que o Governo reinicie as obras de segunda fase da Linha Ferroviária do Corgo.



Também os deputados do PSD, Luís Pedro Pimentel e António Cabeleira, entregaram um requerimento na Assembleia da República a pedir esclarecimentos ao Governo sobre as datas de reinício e conclusão das obras na Linha do Corgo. Os deputados querem saber se o ministro das Obras Públicas vai cumprir o prometido e reabrir a linha férrea completamente requalificada até Setembro de 2010.



A linha, com uma extensão de 26 quilómetros, liga os concelhos de Vila Real, Santa Marta de Penaguião e de Peso da Régua.
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MensagemAssunto: Palavras do ministro Coreia da Fonseca ao jornal publico   Qua Jul 14, 2010 9:57 am


Na entrega dos vagões à CP Carga, o secretário de Estado falou da necessidade de cortes em tempo de crise, mas garantiu que o transporte ferroviário de mercadorias se mantém como prioridade, bem como o urbano de passageiros, o longo curso e a alta velocidade. Já em relação ao serviço regional, assumiu explicitamente que as linhas fechadas para obras (Tua, Tâmega, Corgo e Figueira da Foz - Pampilhosa) não vão reabrir, pelo menos para já. "Mas o importante é que as pessoas não sofrem, porque há transporte rodoviário alternativo", ressalvou. Questionado se previa o fecho de mais linhas regionais, Correia da Fonseca respondeu: "Não vejo necessidade de suspender mais serviços."
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